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02/12/2014

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Sergio Martinho

É, grande Marcelo, mais uma vez vocÊ sai na frente. Agora não mais com um ERP, mas com suas ideias verdadeiramente novas e maduras. É gostoso ver como processa a mente de um velhinho Y. :) Forte abraço.

Marcelo Lombardo

Hahaha velhinho Y foi boa!! Vou adotar!!

Abs, Marcelo

Nelson Monteiro

Muito bom Marcelo, Também penso assim, Parabéns pela matéria.

Alex Rodrigues

show de bola o post .. concordo plenamente...

Eduardo Calelo

Muito, muito bom o texto!
Abs!

Carlos Cruz

Concordo plenamente Marcelo! Parabéns pela matéria!

Simoni Luduvice

A visão de negócios é excelente, Marcelo. Gostei muito da postagem.

Rodrigo

Perfeito

Gabriel

Fala Marcelo blz? Parabéns pelo texto! Eu compartilho algumas das suas opniões. Sou consultor SAP e desde que iniciei nessa atividade em 2008 fico me perguntando até quando esse mercado terá espaço? Fico com essa pulga atrás da orelha, porque vi o Datasul morrer e alguns consultores Datasul migrando para o SAP e tenho medo que o mesmo aconteça com o SAP ECC. Hoje vejo que os consultores não estão ganhando tanto como ganhavam a cinco anos atrás e as empresas estão querendo investir cada vez menos sem abrir mão da qualidade e bons resultados, e claro em sistemas menos engessados. Agora devemos considerar que empresas de grande porte que já investiram milhões na implementação dos seus ERPs e que utilizam o mesmo globalmente, não irão simplesmente mudar de ERP. No seu texto você se refere a empresa de pequeno e médio porte ou as de grande porte e globais também? Abraço

Fabio Andrade

Parabens pelo conteudo...
satisfaz todas as geraçoes

Márcio Fornari

Concordo em muita coisa, mas o Brasileiro assim como o Americano ainda é receioso de deixar tudo sobre sua empresa em uma Base na WEB, pode cair na mão do fisco, do maior concorrente, etc. Maior prova disso é que, quem entende de informática não confia nas eleições do Brasil, recentemente invadiram o servidor da apple, pegando videos e fotos das celebridades. Logico que é difícil mas não impossível

Luciano Leão

Caro Marcelo,

Entendo seu ponto de vista porém, os ERP se tornaram um Dinossauro por conta exclusiva da incompetência dos nossos legisladores que, ao invés de simplificar as leis, as dificultam ainda mais tornando a tarefa ainda mais árdua de se "informatizar" uma legislação tão "burrocrática" neste país.

Seu novo conceito de sistema é bom mas se a mudança não vir lá de cima, seu sistema ficará inapto a atender demandas fiscais e gerenciais das empresas do mercado.

Infelizmente penso que esta mudança não virá tão cedo pois a família SPED está crescendo cada vez mais com novos filhotes surgindo para acabar de vez com a vida dos Contadores e Empresários...

Um forte abraço!

Marcelo Lombardo

Oi, Gabriel
Eu me refiro principalmente às pequenas empresas ok ? Abs, Marcelo

Emerson Garcia

Olá Marcelo, parabéns pelo texto, mais uma vez um tema atual e muito bem escrito, com visões e ideias que nos fazem refletir. Pode ser que muitos não concordem, mas uma das empresas que iniciaram o processo de encapsular rotinas complexas em telas simples e de fácil entendimento pelo usuário final, foi a Microsoft na década de 90.
Acho que alguns de vocês já ouviram falar ou trabalharam com rede Novell, na década de 90 a Novell dominava o mercado de servidores e redes de usuário, mas também devem se lembrar que não era qualquer um que conseguia configurar um servidor e uma rede Novell.
A Microsoft entrou no mercado de redes e servidores com o WIN NT e foi conquistando mercado com o famoso next, next e pronto o servidor estava no ar..... Depos de alguns anos comprou o “NDS” novell directory service, deu o toque MS e lançou o que todo jovem conhece hoje o “AD” Active Directory. Pode-se dizer que a Novell foi um dos dinossauros da década de 90.
Abs Emerson Garcia

Manoel Pacheco

Marcelo,
Parabéns pelo post.
Excelente artigo.
Devemos usá-lo como argumento para mostrar ao Clientes que exite nova alternativa, além dos velhos ERP "modernizados".

Luiz

Creio que a engrenagem básica da vida de qualquer sistema seja "o detalhe", detalhe esse que nasce na mão de quem emite uma nota e INFORMA os DADOS para qualquer sistema que seja: ERP ou não ERP! Qualidade para mim esta na sensibilidade dos profissionais da área que sabem traduzir isso, através de linhas de código, em soluções. Sem criar muitas "firulas"! Entendendo de contabilidade, administração, sistema tributário, "procom", O&M, rotinas empresariais, cotidiano de trabalho e finalmente de sistemas.
Humildade->experiência->produto conciso->solução->sistema.
A maior preocupação é perder, com estas evoluções naturais e necessárias, a qualidade, experiência e princípios básicos de uma verdadeira solução. Abraço a todos.

Jose

Marcelo, não vai dizer que o sistema ali do seu site(abaixo do seu nome) é o único baratinho e fora desse contexto que você dissertou!!!!!!!?? ai sim né?! rsrsrs. Abraço

José Junior Fernandes

Gabriel, boa noite!
Em relação ao ERP Datasul em específico ele só morreu pq foi adquirido pela Totvs que faz isso com vários sistemas.
Compram as empresas para eliminar a concorrência na venda de um ERP lixo que é o Protheus que é um Problema Caro para as empresas.

Noname

Concordo com o José Junior Fernandes, meu testemunho é que fui funcionário da RM Sistemas que também foi comprada pela TOTVS. A história pode ser resumida assim: a Microsiga virou TOTVS que capitalizou na bolsa e comprou a Logocenter, com isso capitalizou mais e comprou a RM Sistemas e logo depois foi a Datasul. As grandes concorrentes nacionais eram essas, com isso a TOTVS comprou todos os concorrentes nacionais, cresceu muito e virou uma colcha de retalhos onde seus produtos concorriam entre si. Mas a menina dos olhos era o Protheus pq ele era originalmente da Microsiga. Escrito em ADVPL, é uma linguagem terrível pois basicamente é um Clipper Visual. Cansei de ver soluções boas e modernas serem descartadas só por questões políticas dentro da empresa e o produto sendo empurrado no cliente guela abaixo e cada vez mais caro. Com esse tipo de atitude não me espanta o artigo muito bem escrito pelo Marcelo.

Celso  Lorenzetti

Bom dia Marcelo, concordo muito pouco com sua ideia, pelo menos neste post. Se estivermos falando de sistema antigos e mal feitos ou com conceitos ultrapassados (como vários existentes), ok, concordo.
Mas nunca existirá uma empresa sem um sistema para controlar, não uma empresa que pretenda existir por várias gerações.
Imagina uma Guerdau, Grandene, indústrias automobilísticas sem um ERP gerenciando os processos todos?
Toda empresa precisa de resultados dos seus funcionários, mas deixar eles fazerem como souberem e/ou quiserem e sem o responsável acompanhar? E se o funcionário não vem, se ele morre? O novo que se vira? Não é bem assim!

Como vou saber onde focar meus esforços quando chegar pela manhã? Quem vai me dizer isso, senão as ferramentas do ERP?
Como vai administrar uma empresa com 50 filiais espalhadas pelo Brasil, e 500 funcionários? Cada um fazendo do seu jeito? Duvido que dure 3 anos!

Ah, estamos falando somente das pequenas empresas. Ok. E porque uma pequena não deve ter um ERP? Como ela vai ser grande se não usar as mesmas ferramentas das grandes? Se as grandes usam e tiram vantagens com elas, certamente que ajudarão as pequenas.

Concordo que muitas e muitas novas tecnologias surgiram e que devemos incorporá-las no ERP para facilitar e sempre buscar simplificar os processos no ERP.
Mas dizer que o ERP está morto! Penso que no mínimo o título do post está equivocado.

Mas claro, essa é a minha opinião tão somente.

Wilson Alves

O texto nos abre a mente para uma realidade, mas não da totalidade. Se o ERP morreu, quem ou o que mostrará os dados, informações e resultados do negócio?

Que tais sistemas devem sofrer constantes evoluções, sejam elas operacionais, legais ou visuais, é uma verdade, e questão de sobrevivência da softhouse.

O artigo condena o ERP e seus conceitos, mas o trecho "é necessário repensar, padronizar e evoluir", não mostrou exatamente qual será o substituto.

Emilio Córdova

Marcelo, parabéns pelo texto. Trabalho com ERP´s a pelo menos 20 anos também e o sentimento de que estava ficando para traz já vem persistindo a tempos, mas lendo esta reportagem me dá um alento de que não sou eu o problema central em questão mas sim o produto por si só. Estamos aqui na empresa frente a uma ação ideológica de o nosso ERP ser modularizado e simplificado (sem deixar ele simplória) mas funcional e leve e confesso que estava na duvida se seria a melhor solução, mas lendo a sua explanação percebi que estamos não só no caminho certo mas com uma perspectiva boa para o futuro desenvolvendo soluções simples, baratas e fáceis de conquistar novos mercados.
Mais uma vez, parabéns.

Milton Ramos

Essa mesma percepção eu tive há dois anos, Marcelo. Tanto que acabei me orientando a não seguir mais a cartilha convencional de implantação de sistemas. Hoje estou como profissional free lancer oferecendo produtos que tenham mais a ver com esse perfil jovem. De olho nas startup´s, não apenas pra trabalhar com elas, mas para aprender, compreendi que elas tem muito a nos ensinar.
Grande abraço.
Milton Ramos

Heber Belluzzo Teixeira

Bom dia Marcelo,
Sabemos que o ERP´s são um dinossauro, cheio de remendos, devido a inúmeras necessidades fiscais e solicitações de usuários.
Mas como citado acima por Celso Lorenzetti “Imagina uma Guerdau, Grandene, indústrias automobilísticas sem um ERP gerenciando os processos todos?”.
Você poderia exemplificar como encapsular no seu “CLIQUE MÁGICO” sem ter que passar por inúmeras telas, por exemplo, o processo de venda de um produto em uma empresa de comércio, onde temos de fazer o cadastro do cliente, fazer um orçamento, torná-lo pedido, enviar faturamento, validar crédito do cliente, mandar para Faturamento/SEFAZ, controlar possíveis erros em todo este processo?

Um Abraço,

Heber

Marcelo Lombardo

Caros amigos Celso Lorenzetti, Wilson Alves e Heber Teixeira:
O ERP herda um conceito morto, do tempo que haviam muitas limitações de tecnologia. E parece que a maioria dos profissionais que lidam com isso hoje em dia estão com suas cabeças “cristalizadas” com essa forma de raciocínio e acabam não evoluindo.
Antes de ter as respostas, precisamos a aprender a fazer perguntas!
A pergunta não é “como fazer X, Y e Z com um click mágico”. A pergunta que deveria ser feita é “como seria possível não fazer X, Y e Z, ou ao menos alguns desses passos”. Se você responde sem pensar mais ou menos assim “mas é lei, não tem como pular esses passos”, o problema está aí - você não pensou.
Eu também estou no divertido caminho de fazer essas perguntas e buscar as respostas. Não as tenho por completo ainda, mas tenho uma missão de buscar uma forma diferente de olhar o problema. Quem vem comigo ?

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