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29/10/2013

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Felipe

Bom post =)

A geração de valor é um critério muito importante para decisão do preço dos serviços / produtos.

Quando o valor é superior ao preço, não importa qual o preço e sim quanto o cliente está disposto a pagar.

Geração de valor. Essa é a chave do negócio =)

Vicente Di Cunto

É isso aí Marcelo.. eu fui um dos q opinou sobre o artigo anterior. Inovação é a chave para obter mais margem, seja no produto, no processo produtivo, no processo de distribuição ou na forma de comunicação com o mercado.

Alexglima

Concordo plenamente com a sua visão, na era da informação temos novos mercados ou formas de se comercializar totalmente inovadoras. Fica até engraçado imaginar Steve Jobs pensando em cobrar o valor do Ipod igual ao do DiscMan da Sony por que é o valor de mercado!

Cristovam

Inovação! Será? Os milhões de interação entre os agentes econômicos e consumidores é algo muito complexo. Não é tão simples assim, claro que a inovação auxilia, mas não basta.
Se não houver concorrencia, voce faz o preço se o produto é de primeira necessidade, e a escassez rondar o produto. Caso contrário existe muitas outras variáveis a considerar para formação do preço.

Marcelo Lombardo

Cristovam,

Olha o que você disse: se alguém conseguir criar um produto que vire algo de primeira necessidade e que não tenha concorrência, isso é o que? Isso é inovação!

Quem inova cria valor e sim, pode cobrar o preço que quiser, ao menos por um tempo. E qual o problema com isso ? Nenhum.

Anota aí: o mundo não precisa de mais gente medíocre fazendo as mesmas coisas de sempre para consumidores medianos.

Abraços, Marcelo

Eduardo

Inovação existe somente durante um tempo. Vamos pensar como uma grande rede varejista, que não produz nada, e comercializa ítens de primeira necessidade, sem grandes chances de agregar valor ao seu mix de produtos.

Ela tem que capitalizar consumidores em potencial, e trabalhá-los de maneira positiva de forma que gastem seu capital distribuindo-o numa equação que ele renda LUCRO nas operações entre os produtos de venda do seu mix.

Dessa forma, qual o problema em sacrificar com preço abaixo do mercado um (ou mais) produto(s) portador(es) de IMAGEM para atrair clientes potenciais, em detrimento de outros tantos produtos que compoem o mix da empresa com margens agregadas que lhe garantam a lucratividade da operação ??

Estamos falando do conhecido produto "boi-de-piranha". Quem faz o preço pode ser tanto o mercado (pensando linearmente), quanto a ESTRATÉGIA adotada pela empresa para alcançar o objetivo proposto. Temos que analisar não o preço do produto isoladamente, mas sim a maneira como iremos influenciar o cliente/consumidor em potencial de maneira a obter ganhos máximos, passando uma imagem de preços mínimos. Isso chama-se ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS.

Marcelo Lombardo

Eduardo:

Primeiramente, o que você coloca está perfeito.

E eu acrescento: podemos (e devemos) inovar não apenas no produto mas também na própria ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS. O exemplo que você cita (boi de piranha) já é bem manjado, mas será que em nossa última compra não fomos vítimas de uma outra estratégia de negócios inovadora e nem nos demos conta? Eu diria que é muito provável que sim.

Marcelo Carvalho

Prezados,
Muita coisa boa sendo falada por aqui.
Percebo que a inovação é uma forma de dar o diferencial para as coisas. Hoje não há escapatória, mas tem um ponto que eu estive pensando e gostaria que vocês analisassem também, caso queiram.

O ser humano tende a zona de conforto e isto envolve a tranquilidade de se manter estável durante muito tempo. Hoje temos diversas empresas que lançam produtos a cada segundo como a HP com as suas impressoras, a Sony com as suas máquinas fotográficas, a indústria automotiva, alimentos e diversos segmentos. Estes produtos são inúmeros e diversificados ao extremo, variando de pequenos detalhes.

Pra mim, isto já se torna cansativo e até dispendioso, pois a indústria percebeu que a moda vende, mas tudo em excesso gera exaustão, o ser humano não suporta muito a rotina, e este frenesi contínuo, já está perdendo o teor da "novidade".

Então pergunto: Será que brevemente teremos uma espécie de desaceleração das novidades fúteis e uma aceleração das novidades realmente mais funcionais, econômicas, práticas, rápidas, ecológicas e sustentáveis?

Abraço à todos.

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